Comecei duas carteiras com R$ 705,00 cada uma para mostrar, mês após mês, como pode nascer uma renda passiva de verdade.
“Alguém está sentado na sombra hoje porque alguém plantou uma árvore há muito tempo.”
Warren Buffett
Meu pai era um homem extremamente simples, mas muito inteligente em suas escolhas. Ele começou a investir lá atrás, sempre com segurança e inteligência em cada escolha, os tempos dele e os meus são outros, mas mantemos os mesmos princípios.
1. Meu pai comprava imóvel. Eu compro FII.
Meu pai era funcionário público. Homem simples, do interior de São Paulo, que nunca ganhou rios de dinheiro, mas que entendia uma coisa que talvez muita gente só entenda depois de tomar algumas pancadas da vida, depender de uma única fonte de renda é perigoso.
Ele comprava imóvel quando dava. Alugava. Guardava. Fazia tudo sem chamar de “estratégia patrimonial”, sem falar bonito, sem postar gráfico, sem parecer investidor. Para ele aquilo era reserva, era garantia, era o famoso “vai que um dia aperta”.
E aperta, meus amigos. Uma hora aperta.
Eu cresci vendo aquilo e achando que era coisa de quem tinha dinheiro sobrando. Só fui entender mais tarde que não era bem isso. Era disciplina. Era tempo. Era uma decisão pequena repetida por muitos anos, até virar alguma coisa maior.
Hoje comprar um imóvel físico para alugar ficou bem mais distante para a maioria das famílias. Os preços subiram, a renda não acompanhou, e muita gente já sofre para fechar o mês com as contas em dia. Mas a lógica do meu pai continua viva, construir alguma coisa que gere renda além do próprio trabalho.
Foi por isso que, no dia 15 de junho de 2026, eu abri duas carteiras de fundos imobiliários. Uma para a Sarah e outra para a Maya. Cada uma começou com R$ 705,00. Não é muito dinheiro, e esse é justamente o ponto.
Esse projeto não nasceu para impressionar ninguém. Nasceu para documentar o começo real de uma construção financeira com pouco dinheiro, aportes mensais, dividendos pequenos, reinvestimento, dúvidas, erros, acertos e tempo.
Porque talvez a grande pergunta não seja “quanto você tem hoje?”. Talvez seja mais algo com “o que você está tentando construir agora para não depender de uma única renda amanhã?”.
2. A foto que explica o motivo

Essa imagem representa melhor do que qualquer gráfico o motivo deste projeto existir. Os números importam, os dividendos importam, os aportes importam. Mas, no fundo, tudo isso é sobre tentar construir um pouco mais de liberdade, proteção e escolha para quem a gente ama.
Essa não é uma foto colocada no texto só para ficar bonito. É um lembrete visual de que, por trás de cada cota comprada, existe uma intenção maior do que rendimento mensal.
Quando eu falo de fundos imobiliários, aportes, dividendos e reinvestimento, eu sei que parece papo financeiro. Mas, no fundo, estou falando de futuro. Estou falando de tentar criar alguma margem de segurança para duas meninas que ainda nem fazem ideia do tamanho do mundo que vão enfrentar.
E talvez seja isso que mais me faça continuar. Não é a planilha, o extrato ou o valor pingando na conta. É saber que cada pequeno passo pode virar, lá na frente, uma possibilidade a mais para elas.
3. O Brasil real não espera ninguém se organizar
Antes de falar dos fundos, preciso falar do cenário. E aqui não é drama, é dado. Segundo a CNC, em março de 2026, 80,4% das famílias brasileiras tinham algum tipo de dívida, ou seja, oito em cada dez famílias.
Cartão de crédito, financiamento, empréstimo, carnê, conta parcelada, cheque especial. Para muita gente, a renda do mês já nasce comprometida antes mesmo de cair na conta. O salário entra, mas não fica. Só passa pela conta corrente dando já um tchauzinho e vai embora.
O número mais duro não é só esse, quase 30% das famílias estavam com contas em atraso, e 12,3% diziam que não teriam condições de pagar. Não é “vou atrasar um pouco”. É “não vou conseguir pagar”.
Agora traz isso para dentro de uma casa comum. Uma família trabalha o mês inteiro, o salário cai, o mercado leva uma parte, o aluguel ou financiamento leva outra, e depois vêm escola, farmácia, gasolina, energia, cartão e boletos fazendo fila.
Quando aparece um imprevisto e não existe reserva, o imprevisto vira dívida. E quando a dívida entra pela porta, os juros sentam no sofá, colocam o pé na mesa e ainda pedem café.
Para famílias de menor renda, a situação é ainda mais pesada. Entre quem ganha até três salários mínimos, a inadimplência ficou acima de 38% em março de 2026. Em cada dez famílias de renda mais baixa, quase quatro tinham contas atrasadas.
Isso não é falta de esforço. É falta de margem. É viver no limite. E viver no limite significa que qualquer vento mais forte já vira tempestade.
4. O problema de depender de uma só renda
Muita gente olha para investimento como se fosse assunto de rico. Eu entendo, porque durante muito tempo também pensei assim. Parecia coisa de gente engravatada, com nome difícil, planilha colorida e tempo sobrando para ler relatório.
Mas hoje eu penso diferente. Investir não é só sobre multiplicar dinheiro. É sobre criar defesa, tentar construir uma segunda perna financeira, porque caminhar a vida inteira com uma perna só é pedir para cair feio na primeira pedra.
Quem depende apenas do salário fica vulnerável demais. Se perde o emprego, a renda some. Se adoece, a renda aperta. Se a empresa muda, a renda ameaça. Se o governo muda regra de aposentadoria, o plano inteiro treme.
E quando não existe reserva, muitas famílias acabam financiando emergência com o dinheiro mais caro do mercado. O cartão, o cheque especial e o empréstimo de última hora viram uma espécie de hospital financeiro, só que com uma diária absurda.
Segundo dados divulgados pelo Banco Central, a taxa do cartão de crédito rotativo chegou a 435,9% ao ano em fevereiro de 2026. Mesmo com regras limitando o crescimento da dívida no cartão, o recado continua claro, quem não tem reserva acaba pagando caro demais por qualquer emergência.
Primeiro vai embora o dinheiro, depois vai o sono e a paz. Quem já passou por aperto financeiro sabe que dívida não pesa só no bolso. Ela pesa na cabeça, no humor, no casamento, na saúde e até na forma como a pessoa enxerga o futuro.
5. INSS, salário e a velha mania de deixar para depois
Eu respeito o INSS. Pago o meu e sei que ele é importante para milhões de brasileiros. Mas uma coisa é reconhecer a importância do sistema. Outra coisa é colocar todo o futuro seu e da sua família nas costas dele.
Em 2026, o salário mínimo passou para R$ 1.621,00. Segundo dados divulgados pelo próprio INSS, aproximadamente 21,9 milhões de pessoas recebem benefícios no valor do piso previdenciário.
Agora imagine depender disso como única renda no futuro, com aluguel, remédio, mercado, energia, transporte e vida real batendo na porta. Não é crítica a quem depende do INSS. É só uma constatação dura, pois para muita gente, esse dinheiro mal cobre o básico.
Depender exclusivamente de uma única fonte de renda é uma aposta perigosa demais. Pode ser o INSS, pode ser o emprego CLT, pode ser o negócio próprio. Quando só existe uma torneira e ela fecha, a casa inteira sente sede.
E eu não quero isso para minhas filhas, também não quero isso para mim. E talvez, se você chegou até aqui, também não queira isso para a sua família.
6. Projeto 18 Anos: um pai tentando começar antes que fique tarde
Foi daí que nasceu o Projeto 18 Anos. Nome bonito, talvez até meio exagerado, mas a ideia é simples: comecei duas carteiras de fundos imobiliários para minhas filhas e vou mostrar tudo por aqui.
Vou mostrar o que eu comprar, o que pingar de dividendo, o que der certo, o que der errado e o que talvez eu me arrependa no caminho. Porque sim, posso errar. Aliás, provavelmente vou errar em algumas coisas, como todo mundo que coloca dinheiro real na mesa.
Não sou analista. Não sou assessor. Não estou recomendando que ninguém copie nada. Sou apenas um pai curioso, que investe desde 2019 (em renda variável), lê o que consegue, tenta entender os riscos e decidiu começar antes que o tempo passasse e eu ficasse só no “um dia eu faço”.
Cada carteira começou com R$ 705,00. A partir daí, a ideia é colocar R$ 100,00 por mês em cada uma, além de reinvestir os dividendos recebidos. A partir do 13º mês, os aportes serão corrigidos pelo IPCA, porque inflação é aquele tipo de coisa que parece invisível até você perceber que o dinheiro já não compra mais a mesma coisa.
Não tem mágica, nem fórmula secreta. Não tem “fique rico enquanto dorme”, tem aporte, paciência, reinvestimento e tentativa de não fazer besteira no meio do caminho.
7. Não vou abrir os fundos agora. E isso é de propósito.
Uma coisa importante: neste primeiro texto eu não vou abrir os nomes dos fundos (embora se você já investe vai saber alguns).
Não porque tenha segredo, ou algo misterioso, muito menos porque eu queira fazer suspense barato, daqueles de novela que acaba no melhor momento e deixa todo mundo bravo.
É porque eu não quero que este primeiro artigo vire uma lista de tickers. Quando a gente joga uma sopa de letras na tela, quem está começando se perde, e quem já conhece começa a julgar fundo por fundo antes mesmo de entender o projeto.
A ideia aqui é outra. Primeiro quero mostrar o motivo, o começo, a lógica e a prova real. Nos próximos textos, aí sim, eu vou abrir com calma cada carteira. Vou explicar por que escolhi cada fundo, qual função ele tem, quais riscos eu vejo e o que pode dar errado.
Por enquanto, o mais importante é entender que as duas carteiras foram montadas tentando diversificar dentro do universo dos fundos imobiliários. Tem fundo ligado a imóveis físicos, como shoppings, galpões logísticos e outros segmentos de tijolo. Tem fundo de papel, que investe em recebíveis imobiliários, como os famosos CRIs. Tem fundo híbrido, que mistura mais de uma estratégia.
Falando em português normal, eu tentei não colocar todos os ovos na mesma cesta. E, já que estamos falando de futuro das minhas filhas, essa cesta precisa ser olhada com calma, e não no grito.
8. O primeiro depósito: quando parou de ser ideia

No print, aparece a transferência recebida da conta digital no valor de R$ 705,00. Esse foi o ponto de partida. Antes de fundo imobiliário, antes de dividendo e antes de qualquer explicação bonita, existiu uma coisa simples, dinheiro separado para um objetivo.
Talvez essa seja uma das partes mais importantes de tudo. Muita gente espera sobrar para investir, mas na prática quase nunca sobra. O dinheiro vai embora em silêncio, em pequenas despesas, pequenos parcelamentos, pequenos “depois eu vejo”.
Investimento precisa virar compromisso antes de virar resultado. Não precisa começar grande, mas precisa existir. Naquele dia, com aqueles R$ 705,00, o Projeto 18 Anos deixou de ser uma ideia solta na minha cabeça e virou uma linha real no extrato.
E isso muda tudo, porque enquanto está só na cabeça, qualquer plano parece bonito. O teste começa quando ele encosta no dinheiro.
9. A primeira compra, sem frescuras, só execução

No mesmo dia, foram feitas as primeiras compras. Na carteira da Sarah, a operação ficou em R$ 698,51. Na carteira da Maya, a operação ficou em R$ 697,10. Sobrou um pequeno saldo em caixa, como acontece em qualquer compra real.
Aqui já aparece uma lição importante, o objetivo não era acertar o fundo perfeito, no preço perfeito, no dia perfeito. Essa busca pelo momento ideal, muitas vezes, só serve para a gente ficar parado fingindo que está sendo prudente.
O objetivo era montar a base. Porque quem fica esperando o momento perfeito pode passar anos sem fazer nada. E o tempo, quando percebe que você está parado, cobra aluguel.
Eu prefiro começar pequeno, corrigir no caminho e aprender com os próprios números do que passar mais dez anos estudando o investimento ideal enquanto a vida real continua cobrando juros, inflação e boletos.
Neste primeiro print, a ideia é mostrar o começo da execução. Os nomes dos fundos ficam para os próximos capítulos, porque cada um merece ser explicado do jeito certo, sem pressa e sem parecer recomendação.
10. Os primeiros rendimentos
Poucos dias depois das compras, começaram a pingar os primeiros rendimentos. E aqui também vou manter os nomes dos fundos em segundo plano neste primeiro momento, porque o foco agora não é discutir se fundo A ou fundo B é melhor.
O foco é mostrar o processo.
A carteira começou. Os ativos foram comprados. Alguns dias depois, os primeiros rendimentos caíram na conta. Valores pequenos, quase simbólicos, coisa de R$ 0,91, R$ 1,10, R$ 1,21, R$ 1,17.
Alguém pode olhar para isso e rir. E tudo bem, porque olhando só para o valor parece pouco mesmo. R$ 0,91 não compra nem um chiclete direito, talvez nem bala, dependendo do lugar.
Mas é aqui que muita gente se engana, pois o primeiro dividendo não muda a vida de ninguém, mas pode mudar a cabeça.
Você coloca dinheiro em um ativo. Aquele ativo gera renda. A renda cai na conta. Agora ela pode ser reinvestida. É pouco? Sim. Mas uma bola de neve também começa pequena. O problema é que muita gente despreza o primeiro floco de neve.
O dividendo pequeno de hoje é uma aula de paciência disfarçada de centavos. Ele não compra quase nada agora, mas ensina uma coisa enorme, pois o dinheiro começou a trabalhar.
Nos próximos textos, eu abro os fundos com calma. Aqui, neste primeiro capítulo, eu queria mostrar apenas o começo dessa engrenagem.
11. Por que vou mostrar isso publicamente
Porque falar de dinheiro no Brasil ainda é estranho. As pessoas mostram viagem, churrasco, carro, roupa, restaurante e celular novo, mas quase ninguém mostra o começo de uma construção financeira.
Quase ninguém mostra o primeiro aporte. Quase ninguém mostra o dividendo de R$ 0,91. Quase ninguém mostra a carteira começando negativa. E talvez seja justamente isso que mais precise ser mostrado.
Enquanto a internet vende atalhos, a vida real continua funcionando no boleto. Enquanto tem gente prometendo riqueza em 30 dias, a maioria das famílias brasileiras está tentando fechar o mês sem atrasar conta.
Por isso quero documentar esse projeto. Não como vitrine, mas como registro. Como estudo, e tentativa honesta de mostrar que investimento não precisa começar com fortuna, terno, mesa de vidro e palavra difícil.
Pode começar com R$ 705,00. Pode continuar com R$ 100 por mês. Pode começar com dúvida, com medo, com pouco conhecimento e com uma planilha simples. Pode começar pequeno, mas precisa começar.
Essa não será uma série de recomendação, mas sim de documentação. Eu vou mostrar quanto cada carteira recebeu de dividendos, quais fundos pagaram, quantas cotas foram compradas, quanto foi aportado e se houve rebalanceamento.
Também vou mostrar os erros, porque eles vão acontecer. Pode ter fundo que decepcione, decisão que eu reveja, troca no caminho e momento em que eu olhe para trás e pense: “isso aqui eu faria diferente”.
Educação financeira real não nasce de parecer perfeito, mas de acompanhar o processo inteiro, inclusive as partes feias, talvez seja isso que falte quando o assunto é dinheiro, menos palco, mais bastidor.
12. Talvez você também precise começar pequeno
Como disse lá no início eu volto a repetir aqui, meu pai comprava imóvel, já eu compro FII, talvez você compre outra coisa, talvez comece pela reserva de emergência, ou então precise sair das dívidas primeiro, o ponto é organize a casa antes de investir.
Cada pessoa começa de um lugar, o importante é entender que quem não constrói nenhuma fonte de renda além do próprio trabalho fica vulnerável demais.
Talvez você não tenha filhos, talvez tenha, ou esteja pensando na sua aposentadoria, nos seus pais ou simplesmente naquele medo silencioso de depender de uma única renda para sempre. Se algum pedaço desse texto mexeu com você, acompanha essa série desde o começo.
Nos próximos textos, vou abrir fundo por fundo. Vou explicar por que escolhi cada ativo para a Carteira Sarah e para a Carteira Maya, qual função ele tem dentro da carteira, quais riscos eu enxergo e o que pode dar errado.
Sem promessa, sem recomendação e sem personagem de investidor perfeito. Apenas um pai, duas carteiras, duas filhas e muitos anos pela frente.
13. Antes de terminar, um obrigado sincero
Hoje este Substack ainda é pequeno. Pequeno mesmo. Daqueles que dá para contar os assinantes quase chamando cada um pelo nome (até já fiz isso em outro texto).
No momento em que escrevo este texto, somos 38 assinantes por aqui. Pode parecer pouco para quem olha de fora, mas para mim não é. Cada pessoa que chega, lê, assina e continua acompanhando me dá a sensação de que talvez isso tudo faça algum sentido.
Eu não sou escritor profissional. Não sou especialista famoso. Não tenho equipe, editor, câmera, estúdio, roteiro pronto e nem aquela confiança toda de quem parece saber exatamente onde está pisando. Sou só alguém tentando escrever melhor, investir melhor e deixar algum registro útil no caminho.
Então, obrigado de verdade a você que já está aqui. Obrigado por ler, por acompanhar, por dar uma chance para esse projeto pequeno que, sinceramente, eu espero que cresça junto com as carteiras.
Talvez um dia eu olhe para trás e ache engraçado lembrar que isso começou com 38 assinantes, duas carteiras pequenas, alguns prints borrados e dividendos de centavos.
Mas todo começo é meio desajeitado mesmo.
E talvez seja exatamente por isso que ele seja tão verdadeiro.
Fontes consultadas
Os dados citados neste texto foram consultados nas seguintes fontes:
1. Endividamento das famílias brasileiras
CNC – Endividamento recorde de 80,4% reforça alerta no orçamento familiar
https://portaldocomercio.org.br/acoes-institucionais/cnc-endividamento-recorde-de-804-reforca-alerta-no-orcamento-familiar/
2. Juros do cartão de crédito rotativo
Agência Brasil – Juros do cartão de crédito pesam mais para famílias em fevereiro
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-03/juros-do-cartao-de-credito-pesam-mais-para-familias-em-fevereiro
3. Piso previdenciário e benefícios do INSS em 2026
INSS / Gov.br – Com reajuste de 3,9%, teto do INSS chega a R$ 8.475,55 em 2026
https://www.gov.br/inss/pt-br/assuntos/com-reajuste-de-3-9-teto-do-inss-chega-a-r-8-475-55-em-2026
Este conteúdo é meramente educacional e não constitui recomendação de investimento. Não sou analista, assessor ou consultor de investimentos. Sou apenas um investidor pessoa física compartilhando uma experiência real, com dinheiro real, erros reais e aprendizados reais. Toda decisão de investimento é de responsabilidade do investidor, com base em seus próprios objetivos, realidade financeira e perfil de risco.