Carteira da Maya: tese inicial dos sete fundos | Caderno do Pai

posição inicial · sete fundos · horizonte de longo prazo

Os sete fundos da pequena Maya

Por que cada FII entrou, qual função ele cumpre e quais acontecimentos seriam importantes o bastante para mudar a tese.

Início: 15/06/2026 Capital inicial: R$ 705,00 7 fundos imobiliários Aportes + reinvestimento

A ideia antes dos números

Uma carteira pequena pode nascer com uma tese grande

A Carteira da Maya começou em 15 de junho de 2026 com R$ 696,91 efetivamente aplicados. O objetivo não é transformar sete compras em uma competição mensal, mas registrar por que cada fundo recebeu um lugar e acompanhar se essa razão continua verdadeira.

Os sete fundos não repetem a mesma engrenagem. Há logística em desenvolvimento, usinas solares, shopping centers, imóveis de renda urbana, crédito indexado ao CDI e duas estratégias híbridas. Essa diversidade não elimina risco, ela evita que toda a renda dependa do mesmo risco.

Relatório gerencial serve para confrontar expectativa e realidade. Resultado, vacância, crédito, obras, alavancagem e decisões da gestão serão acompanhados. Oscilação de cotação, sozinha, não transforma uma boa tese em ruim nem conserta uma tese que perdeu o fundamento.

Importantíssimo até esqueci de mencionar isso na outra carteira, mas isso serve para ambas, não basta apenas os fundos elevarem os rendimentos no mês. Senão acumularmos cotas e mais cotas a renda sempre ficará pequena, por isso o papel de cada carteira é sempre ter um grande acúmulo de cotas, é por isso que o reinvestimento + o aporte adicional são primordiais todo mês.

Posição inicial da Carteira da Maya na corretora, com sete fundos imobiliários comprados em 15 de junho de 2026
Posição inicial em 15/06/2026: 72 cotas distribuídas entre sete FIIs, somando R$ 696,91.

Como a renda foi distribuída

Sete fundos, três motores e riscos diferentes

03

Operação de ativos reais

CPLG11, HGBS11 e GARE11 dependem de imóveis produtivos, contratos, ocupantes, obras e decisões de compra ou venda.

03

Crédito e multiestratégia

CPTS11, BTHF11 e VGIR11 combinam juros, FIIs e operações estruturadas. Garantias, duration e disciplina de alocação são centrais.

01

Energia solar

SNEL11 adiciona usinas, geração e contratos de energia. É uma diversificação real, mas traz riscos operacionais e regulatórios próprios.

Tijolo · Logística em desenvolvimento

CPLG11

O bloco mais novo da carteira: três ativos logísticos contratados para grandes operadores, ainda atravessando a fase de maturação.

Entrada inicial6 cotasR$ 11,18 por cota · R$ 67,08 · 9,63% da posição

O que o fundo faz

O CPLG11 investe em imóveis logísticos prontos e em desenvolvimento. No relatório de maio de 2026, o fundo apresentava três ativos, 182,5 mil m² de ABL própria e ocupação física e financeira de 100%. Os contratos dos projetos de Jacareí e São José dos Pinhais envolvem Mercado Livre e Amazon, enquanto o ativo Imigrantes também foi locado ao Mercado Livre. Cerca de 86% dos contratos eram atípicos, e o fundo não apresentava alavancagem no balanço.

Por que entrou na carteira

  1. Qualidade dos ocupantes: Mercado Livre e Amazon reduzem o risco comercial imediato, embora criem concentração.
  2. Ciclo de desenvolvimento: a entrega e estabilização dos projetos podem transformar obras em renda contratada e, no futuro, abrir espaço para vendas.
  3. Estrutura sem dívida no balanço: isso dá alguma proteção enquanto os ativos ainda atravessam a fase de implantação.

O que pode exigir revisão

  1. Atrasos, estouros de orçamento ou problemas de entrega nos projetos em desenvolvimento.
  2. Concentração excessiva em poucos imóveis e em apenas dois grandes ocupantes.
  3. Distribuições sustentadas por reserva e ganhos de venda por tempo demais, sem a renda de aluguel alcançar o patamar esperado.

Histórico de renda

Rendimentos anuais por cota

Toda a série disponível foi mantida porque o fundo é novo.

2024–2026 · série integral
R$ 0,33
2024
R$ 1,11
2025
R$ 0,96
2026*
Dados: StatusInvest. Totais aproximados a centavos, reconstruídos a partir do gráfico. *2026 ainda é um período parcial e foi mantido.

Base principal: Relatório Gerencial CPLG11, maio de 2026.

Tijolo especializado · Energia solar

SNEL11

Usinas fotovoltaicas de geração distribuída, alugadas por contratos de longo prazo e espalhadas por diferentes distribuidoras.

Entrada inicial11 cotasR$ 8,43 por cota · R$ 92,73 · 13,31% da posição

O que o fundo faz

O SNEL11 compra e desenvolve usinas solares de geração distribuída e recebe receita por contratos de locação. Em maio de 2026, havia 25 projetos no portfólio, 103,5 MWp integralizados e mais 12 ativos em aquisição, que levariam o conjunto a 149,4 MWp. O vencimento médio ponderado dos contratos era maio de 2037. A carteira estava presente em dez estados e usava contratos take or pay ou de locação compensada.

Por que entrou na carteira

  1. Fonte de renda diferente: a receita vem de ativos de energia, e não de lojas, escritórios, galpões tradicionais ou juros de CRIs.
  2. Contratos longos: o prazo médio até 2037 ajuda a dar visibilidade ao fluxo quando os ativos estão operacionais e bem contratados.
  3. Diversificação geográfica: usinas em diferentes estados e áreas de concessão reduzem a dependência de uma única praça.

O que pode exigir revisão

  1. Geração abaixo do projetado, indisponibilidade técnica, cortes de geração e problemas de conexão às distribuidoras.
  2. Integração fraca dos ativos em aquisição ou demora para contratar os 24% da capacidade indicada como indefinida no relatório.
  3. Mudanças regulatórias, concentração de locatários ou prêmio excessivo da cota diante dos riscos de execução.

Histórico de renda

Rendimentos anuais por cota

Somente anos-calendário completos e comparáveis.

2024–2025
R$ 1,22
2024
R$ 1,20
2025
Dados: StatusInvest. Totais aproximados a centavos, reconstruídos a partir do gráfico. O início parcial de 2023 e o ano corrente de 2026 foram excluídos.

Base principal: Relatório Gerencial SNEL11, maio de 2026.

Híbrido · FIIs e crédito imobiliário

CPTS11

Uma carteira ativa que combina cotas de fundos imobiliários, CRIs e operações de carrego para procurar renda e valorização.

Entrada inicial13 cotasR$ 7,60 por cota · R$ 98,80 · 14,18% da posição

O que o fundo faz

O CPTS11 reúne duas engrenagens principais. Em maio de 2026, 81 FIIs representavam 61,3% dos ativos e 18 CRIs correspondiam a 23,7%. Dentro da carteira de FIIs, 79,1% estavam em fundos de tijolo. Os CRIs eram integralmente indexados ao IPCA, com taxa média marcada a mercado de IPCA + 8,67% ao ano, duration média de 4,6 anos e LTV médio de 57,95%. A cota de mercado de R$ 7,64 estava abaixo do valor patrimonial de R$ 8,79.

Por que entrou na carteira

  1. Entrada com desconto: comprar abaixo do valor patrimonial cria margem, ainda que o desconto possa permanecer por muito tempo.
  2. Diversificação interna: dezenas de FIIs e CRIs distribuem o risco entre imóveis, gestores, devedores e setores.
  3. Gestão ativa: a carteira pode alternar renda de crédito, dividendos e ganhos de negociação conforme o ciclo.

O que pode exigir revisão

  1. Eventos de crédito, renegociações ou perda de qualidade nas garantias dos CRIs.
  2. Dependência crescente de ganhos de negociação para completar uma distribuição que a renda recorrente não sustenta.
  3. Uso excessivo de operações de carrego, sensibilidade a juros ou compras de FIIs sem margem de segurança.

Histórico de renda

Rendimentos anuais por cota

Uma década de anos-calendário completos.

2016–2025
R$ 0,82
2016
R$ 1,02
2017
R$ 0,96
2018
R$ 0,89
2019
R$ 0,80
2020
R$ 1,21
2021
R$ 1,21
2022
R$ 0,87
2023
R$ 0,89
2024
R$ 1,01
2025
Dados: StatusInvest. Totais aproximados a centavos, reconstruídos a partir do gráfico. O ano corrente de 2026 foi excluído.

Base principal: Relatório Gerencial CPTS11, maio de 2026.

Multiestratégia · FIIs, CRIs e ativos reais

BTHF11

Uma estratégia flexível que pode transitar entre renda fixa e renda variável imobiliária para aproveitar diferentes fases do ciclo.

Entrada inicial11 cotasR$ 9,09 por cota · R$ 99,99 · 14,35% da posição

O que o fundo faz

O BTHF11 não depende de uma única classe. Em junho de 2026, a carteira indicada pela gestão tinha 42% em FIIs de tijolo, 20% em FIIs de papel, 20% em CRIs, 16% em caixa, 1% em ativos reais e 1% em ações. O valor patrimonial era R$ 9,97 por cota, contra preço de mercado de R$ 9,23. O fundo informou 39 CRIs, 46 posições entre FIIs e ações e guidance de distribuição entre R$ 0,100 e R$ 0,105 por cota no segundo semestre.

Por que entrou na carteira

  1. Flexibilidade de ciclo: o gestor pode escolher entre crédito, fundos listados e operações estruturadas conforme a relação entre risco e retorno.
  2. Desconto patrimonial: a entrada ocorreu em uma região de preço inferior ao valor patrimonial reportado.
  3. Múltiplas fontes de resultado: juros, dividendos, negociação e desinvestimentos não dependem do mesmo motor econômico.

O que pode exigir revisão

  1. Complexidade crescente ou decisões da gestão que tornem difícil entender a origem do resultado.
  2. Crédito ruim, descontos persistentes nos FIIs investidos ou operações estruturadas que não entreguem o retorno esperado.
  3. Distribuição acima do resultado recorrente por vários meses e caixa elevado sem reinvestimento disciplinado.

Histórico de renda

Rendimentos anuais por cota

A série completa foi preservada porque o histórico pós-incorporações ainda é curto.

2024–2026 · série integral
R$ 0,19
2024*
R$ 1,11
2025
R$ 0,71
2026*
Dados: StatusInvest. Totais aproximados a centavos, reconstruídos a partir do gráfico. *2024 e 2026 representam períodos parciais na série disponível e foram mantidos de propósito.

Base principal: Relatório Mensal BTHF11, junho de 2026.

Papel · CRIs indexados ao CDI

VGIR11

Crédito imobiliário pós-fixado, com renda ligada diretamente ao CDI e forte exposição ao segmento residencial.

Entrada inicial11 cotasR$ 9,65 por cota · R$ 106,15 · 15,23% da posição

O que o fundo faz

O VGIR11 investe principalmente em CRIs remunerados pelo CDI. Em junho de 2026, 82,9% do patrimônio estava alocado em 53 operações, todas indexadas ao CDI, e 17,1% permanecia em caixa após amortizações e pré-pagamentos. A carteira de CRIs somava R$ 1,175 bilhão, tinha duration média de 1,8 ano e taxa média de aquisição de CDI + 4,63% ao ano. Nos doze meses encerrados em junho, o fundo distribuiu R$ 1,52 por cota.

Por que entrou na carteira

  1. Exposição direta ao CDI: a renda acompanha o juro pós-fixado e complementa os fundos ligados a imóveis físicos.
  2. Pulverização por operações: 53 CRIs reduzem a dependência de um único título, embora não eliminem concentrações por devedor e setor.
  3. Prazo mais curto: duration média de 1,8 ano reduz parte da sensibilidade a mudanças longas na curva de juros.

O que pode exigir revisão

  1. Deterioração do crédito residencial, especialmente porque o segmento representava 83,2% da carteira de CRIs.
  2. Pré-pagamentos que deixem caixa parado ou reinvestimento apressado em operações de pior qualidade.
  3. Ausência de rating internacional nas operações e aumento da parcela com LTV acima de 80%, que já representava 23% no relatório.

Histórico de renda

Rendimentos anuais por cota

Somente anos-calendário completos.

2019–2025
R$ 0,90
2019
R$ 0,59
2020
R$ 0,69
2021
R$ 1,46
2022
R$ 1,44
2023
R$ 1,26
2024
R$ 1,46
2025
Dados: StatusInvest. Totais aproximados a centavos, reconstruídos a partir do gráfico. O início parcial de 2018 e o ano corrente de 2026 foram excluídos.

Base principal: Relatório de Gestão VGIR11, junho de 2026.

Tijolo · Shopping centers

HGBS11

Participações em shoppings maduros, com renda operacional, gestão ativa e reciclagem de ativos.

Entrada inicial6 cotasR$ 19,70 por cota · R$ 118,20 · 16,96% da posição

O que o fundo faz

O HGBS11 investe em participações de shopping centers em operação. Em junho de 2026, o fundo tinha exposição a 19 shoppings em 14 cidades e cinco estados, com 272,6 mil m² de ABL própria. Os ativos estratégicos representavam 96,9% da carteira. Em maio, as vendas por metro quadrado cresceram 8,6% em doze meses, a vacância ficou em 4,7% e o NOI por metro quadrado avançou 0,3%. O fundo também vinha reciclando o portfólio por meio de vendas.

Por que entrou na carteira

  1. Histórico e escala: o fundo iniciou suas atividades em 2006 e reúne ativos, operadores e praças diferentes.
  2. Renda operacional: vendas, aluguel, estacionamento e mídia permitem acompanhar a saúde econômica dos empreendimentos.
  3. Gestão ativa: a compra, o aumento de participação e a venda de ativos podem ajustar concentrações e realizar ganhos.

O que pode exigir revisão

  1. Queda persistente de vendas, NOI e ocupação em vários shoppings ao mesmo tempo.
  2. Aumento da dívida, que equivalia a 17,7% do patrimônio, sem crescimento proporcional da renda recorrente.
  3. Distribuição dependente de lucros de venda: a projeção de R$ 0,17 por cota para 2026 incorporava ganhos esperados com alienações.

Histórico de renda

Rendimentos anuais por cota

A série mais longa da carteira, somente com anos completos.

2007–2025
R$ 1,08
2007
R$ 1,25
2008
R$ 1,17
2009
R$ 1,31
2010
R$ 1,32
2011
R$ 1,62
2012
R$ 1,63
2013
R$ 1,74
2014
R$ 1,71
2015
R$ 1,65
2016
R$ 1,46
2017
R$ 1,62
2018
R$ 1,74
2019
R$ 0,72
2020
R$ 0,85
2021
R$ 1,53
2022
R$ 2,00
2023
R$ 2,00
2024
R$ 1,86
2025
Dados: StatusInvest. Totais aproximados a centavos, reconstruídos a partir do gráfico. O ano corrente de 2026 foi excluído.

Base principal: Relatório Gerencial HGBS11, junho de 2026.

Tijolo · Renda urbana e logística

GARE11

Imóveis alugados por contratos longos, espalhados por várias regiões e combinados com reciclagem ativa de portfólio.

Entrada inicial14 cotasR$ 8,14 por cota · R$ 113,96 · 16,35% da posição

O que o fundo faz

O GARE11 combina imóveis de renda urbana e logística. Em junho de 2026, a visão geral do fundo mostrava 33 imóveis, 463,8 mil m² de ABL, vacância física e financeira de 0% e prazo médio contratual de 9,95 anos. A carteira se distribuía por 15 estados e 11 grupos de locatários, com ampla presença de contratos atípicos. A cota de mercado de R$ 8,35 estava abaixo do valor patrimonial de R$ 9,27.

Por que entrou na carteira

  1. Contratos longos: prazo médio próximo de dez anos oferece visibilidade, desde que os locatários continuem capazes de pagar.
  2. Diversificação geográfica: ativos em 15 estados evitam que uma única cidade defina toda a renda.
  3. Reciclagem de portfólio: a venda de ativos maduros pode reduzir concentrações, pagar dívidas e liberar capital para novas oportunidades.

O que pode exigir revisão

  1. Deterioração da capacidade de pagamento dos grandes locatários ou aumento relevante de concentração.
  2. Execução ruim nas vendas, nos veículos recebidos como pagamento e no reinvestimento dos recursos da oferta.
  3. Alavancagem ou complexidade societária crescente sem melhoria clara da renda recorrente por cota.

Histórico de renda

Rendimentos anuais por cota

Somente anos-calendário completos.

2021–2025
R$ 1,00
2021
R$ 0,91
2022
R$ 0,99
2023
R$ 1,06
2024
R$ 1,00
2025
Dados: StatusInvest. Totais aproximados a centavos, reconstruídos a partir do gráfico. O início parcial de 2020 e o ano corrente de 2026 foram excluídos.

Base principal: Relatório Gerencial GARE11, junho de 2026.

A regra para não virar refém do fundo

O que realmente justificaria rever uma posição

01

Quebra de caixa

Não um dividendo isolado, mas renda recorrente incapaz de cobrir a distribuição por tempo prolongado.

02

Quebra de qualidade

Crédito deteriorado, obra problemática, imóvel menos competitivo, contrato fraco ou garantia insuficiente.

03

Quebra de disciplina

Alavancagem, emissões, aquisições ou reinvestimentos feitos para crescer sem retorno adequado por cota.

04

Quebra de função

O fundo deixa de cumprir o papel que justificou sua presença dentro da Carteira da Maya.

Conclusão inicial

Diversificar não é esconder o risco. É dar nome a cada risco.

O CPLG11 precisa entregar e estabilizar seus projetos. O SNEL11 precisa transformar usinas e contratos em geração de caixa. CPTS11 e BTHF11 precisam provar que a flexibilidade da gestão cria valor, não apenas complexidade. O VGIR11 precisa preservar crédito enquanto remunera pelo CDI. HGBS11 e GARE11 precisam manter seus ativos produtivos e reciclar capital com disciplina.

Nenhuma dessas tarefas termina no mês da compra. A proposta é aportar, reinvestir e comparar os relatórios futuros com esta fotografia inicial. O fundo não será mantido por apego ao ticker, nem retirado por causa de uma cotação ruim. A decisão precisa nascer de um fato que altere a função, a qualidade ou a capacidade de gerar renda.

Não sei quais destes fundos estarão aqui no fim do projeto, mas sei por que cada um começou.

Documentos usados nesta tese inicial

Posição inicial da corretora em 15/06/2026; relatórios gerenciais de CPTS11 e CPLG11 de maio de 2026; GARE11, BTHF11, VGIR11 e HGBS11 de junho de 2026; relatório do SNEL11 de maio de 2026; e imagens dos históricos anuais de rendimentos extraídas do StatusInvest e fornecidas em 28/07/2026.

Caderno do PaiDinheiro, família e futuro.

Projeto 18 Anos · Carteira da Maya · Tese inicial

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